domingo, 29 de maio de 2011

Quão Grande És Tu - How Great Thow Art



Esta é a versão em inglês do hino Quão Grande És Tu, "How Great Thou Art". O hino é um clássico sueco cujo nome original é "O Store Gud". Sua letra foi escrita em 1886 por Carl Gustav Boberg. No ano de 1907 o reverendo Stuart K. Hine criou a primeira versão em inglês; entretanto, esta versão foi baseada na versão em alemão, que foi denominada "Wie Gross Bist Du".
Por Gabriel Ferraz

quinta-feira, 26 de maio de 2011

E... Começou a Lavar Lhes os Pés

"Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve"
Lucas 22:27

"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também"
João 13:15

As dúvidas estavam instaladas na comunidade - "Qual é o maior? Quem está à mesa ou quem serve?" As dúvidas persistem hoje - Qual é o maior? Quem manda ou quem serve? Quem tem dinheiro ou quem é pobre? Quem está no trono ou quem está de joelhos lavando os pés? (Lucas 22:27).

As aparências iludem. Nem sempre o que parece é. No tempo de Jesus o acto de lavar os pés a outrem era símbolo de humilhação, tarefa exclusivamente reservada aos servos mais baixos e inferiores. Até mesmo o círculo da criadagem tinha a sua hierarquia. Os que lavavam os pés aos seus senhores eram a base da pirâmide e deviam estar sempre de joelhos, de bacia na mão e cingidos da toalha da escravidão.

Jesus fez-se servo, o mais humilde dos servos, para poder levar-nos a Deus -- "se Eu te não lavar os pés não terás parte Comigo".

Neste caso, o que se cingia da toalha, o que segurava na bacia com água, o que estava de joelhos aos pés dos discípulos para lhos lavar era o Rei dos reis, o Senhor dos universos, o Criador do mundo e de tudo que neles há. "Achado na forma de homem, humilhou-Se a Si mesmo, sendo obediente até à morte" para levar-nos a Deus, lavados com Seu próprio sangue remidor.

Eram as mãos que criaram os céus, os mares, a terra, as estrelas dos universos, que agora seguravam a bacia de água para nos lavar os pés sujos. Ajoelhado, limpava as nossas vidas com a água pura e preparava-nos para viver com Deus.

Que grande humildade! Que infinita capacidade de servir! Que amor tão singular e puro! Obrigado, meu Deus.

Abre meus olhos para que veja quem Tu és! Abre meu coração para que eu sinta o que fizeste por mim! Abre a minha mente para que eu racionalize tão grande salvação que vieste dar aos homens perdidos!

Por José Luiz Valério

Nota: Após quase um mês sem computador (que pifou), fiquei impedido de atualizar este blog. Bem, mas voltei, e estou feliz por isso - ainda não estou com meu PC novo, mas já estou aguardando, pela fé, que ele já está chegando. Peço desculpas aos leitores e nossos parceiros (se é que alguém percebeu que eu fiquei ausente... rsrsrsrs, brincadeira!) minhas sinceras desculpas. Estou voltando e pretendo manter o ritmo. Fiquem na Paz, e claro, Na Graça de Deus!

Por Gabriel Ferraz

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Para Onde Iremos Após a Morte?

Esse assunto foi (e ainda é) ponto de debate entre muitos grupos cristãos. A pergunta sempre é a mesma: Para onde vamos depois da morte? Dormiremos até que Cristo volte e nos desperte do sono? Ou estaremos vivos e conscientes? Isto é, estaremos inconscientemente afastados de nosso Senhor? Ou conscientemente gozando de Sua presença? Enfim, como será essa realidade? Essas são algumas perguntas que pretendo responder nesse pequeno tratado.

De um lado, estão alguns grupos teoricamente cristãos, que acreditam naquilo que se chama a doutrina do “sono da alma”. Essa doutrina é uma heresia antiga que, ao longo do tempo assumiu várias designações. Essa é uma das formas de credo em que a existência consciente da alma depois da morte é negada. Esse dogma afirma que, depois da morte, a alma continua a existir como um ser espiritual individual, mas num estado de repouso inconsciente. Os principais exponentes dessa doutrina, afirmam que quando o corpo morre, a alma entra num estado de sono, período em que fica inconsciente e permanece nesse estado até à ressurreição.

Quando a Bíblia diz que uma pessoa está "dormindo" em relação à morte (Lucas 8:52; 1 Coríntios 15:6), não significa um “sono” literal. Dormir é uma forma de descrever a morte, isso porque um corpo morto aparenta estar dormindo. A Bíblia nos diz que no momento que morremos, somos levados ao céu ou ao inferno, dependendo de havermos colocado nossa fé em Cristo para a nossa salvação. O fato de que a alma dos cristãos vai imediatamente para a presença de Deus (Filipenses 1.23) mostra que a doutrina do sono da alma está equivocada. Para os Cristãos, estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8; Filipenses 1:23). Para os incrédulos, a morte significa punição eterna no inferno (Lucas 16:22-23). No momento que morremos, temos que encarar o julgamento de Deus (Hebreus 9:27). Até à ressurreição, no entanto, há um céu temporário chamado de “Paraíso” (Lucas 23:43; 2 Coríntios 12:4) e um inferno temporário chamado no grego de “Hades” (Apocalipse 1:18; 20:13-14).

A Bíblia mostra que as almas dos cristãos vão imediatamente à presença de Deus e desfrutam da comunhão com Ele ali (IICo 5.8; Fp 1.23 e Hb. 12:23). Jesus não disse: “Hoje já não terás mais consciência de nada que esta acontecendo”, mas sim “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc. 23:43). Certamente o conceito de paraíso naquela época não era de existência inconsciente, mas sim de existência de grande bênção e de regozijo na presença de Deus. Paulo não disse: “Tenho o desejo de partir e ficar inconsciente por muito tempo”, mas sim “tenho o desejo de partir e estar com Cristo” (Fp. 1.23) — e sem dúvida ele sabia que Cristo não era um Salvador inconsciente, adormecido, mas sim alguém que está vivo, ativo e reinando no céu. Estar com Cristo era desfrutar a bênção da comunhão da sua presença, e é essa a razão por que partir e estar com ele era incomparavelmente melhor. Foi por isso que ele disse: “Preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor” (II Co 5.8).

Foi a má interpretação do texto que trouxe essa confusão. De certa forma, o corpo de uma pessoa está “dormindo” (porém, o "dormindo" à que Deus se refere, é como um sono, na representação de que é um estágio temporário e que terá fim - com a vinda de Cristo). Esse corpo então é “acordado” (quando nossos corpos forem retirados das sepulturas) e transformado em um corpo eterno que essa pessoa possuirá por toda a eternidade. Esses corpos eternos são o que possuiremos por toda a eternidade, quer estejamos no céu ou no inferno. Aqueles que estavam no Paraíso serão enviados ao novo céu e nova terra (Apocalipse 21:1). Aqueles que estavam no Hades serão lançados no lago de fogo (Apocalipse 20:11-15). Esses serão os dois destinos finais de todas as pessoas – baseado completamente em se aquela pessoa confiou apenas em Jesus Cristo para a salvação de seus pecados ou não.

A Bíblia atesta que nosso espírito (ou alma) estarão ativos e conscientes, seja no Paraíso ou no Hades. Veja alguns dos versículos que mostram essa verdade:

"Tu me farás ver a vida; na tua presença há plenitude de alegria; na tua destra, delícias perpetuamente." Salmos 16:11 - Não pode haver plenitude de alegria e delícias perpetuamente para uma alma dormente ou liquidada.

"E o pó volte à terra, como era, e o espírito volte a Deus que o deu." Eclesiastes 12.7 - Se volta a Deus, não fica dormindo " no leito" do corpo dissolvido.

"Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher. Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor." Filipenses 1.22-23 - Aqui, Paulo diz que tem desejo de partir para ficar ao lado de Cristo. Ora, se ao morrer (e isso antes da segunda vinda de Cristo) vamos à presença de Deus, então como é que ficamos adormecidos, inconcientes em lugar aguardando a volta de Cristo?

Outra prova bem clara está na Parábola do Rico e Lázaro, contada por Jesus e atestada em Lucas 16:19-31. Aqui há um diálogo entre Abraão e o Rico. Após morrerem - o Rico e Lázaro - e serem separados - O Rico no Inferno (Hades) e Lázaro no Paraíso - o Rico roga a Abraão que Lázaro molhe a ponta de seu dedo e para que refresque a sua língua. Abraão nega e também avisa que há um abismo que os separa (não podendo ele passar para lá nem o Rico passar para o outro lado). . O Rico então pede que mande a Lázaro à casa de seus familiares para que lhes dê o testemunho e para que se arrependam. Abraão nega novamente e diz que "Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos" (v. 31). A prova está no diálogo entre Abraão e o Rico, sendo ele impossível se o Rico estivesse dormindo, esperando o Dia do Juízo.

Os textos que indicam que os mortos não louvam a Deus, ou que a atividade consciente cessa depois da morte, devem ser entendidos da perspectiva da vida nesse mundo. De nossa perspectiva, uma vez que a pessoa esteja morta, ela não se envolve mais com atividades como essas. Mas o Salmo 115 apresenta a perspectiva bíblica plena sobre essa posição. O texto diz: “Os mortos não louvam o Senhor [na congregação aqui na terra], nem os que descem à região do silêncio”. Prossegue, porém, no próximo versículo com um contraste indicando que aqueles que crêem em Deus bendirão o Senhor para sempre: “Nós, porém, bendiremos o Senhor, desde agora e para sempre.” (Sl 115.17-18).

Nada, segura e indiscutivelmente, há no Novo Testamento sobre: dormência da alma, inexistência do inferno; extinção dos ímpios. Para nós, a Escritura é a única regra de fé e todo o seu conteúdo é verdadeiro, não contendo um único resquício de engano ou mentira. É bom que nos alarmemos e tomemos cuidado com algumas heresias que são pregas, sendo prudentes com tudo que ouvimos, analizando e tirando nossas dúvidas sempre pela Palavra de Deus.
 
Adaptado por Gabriel Ferraz

terça-feira, 3 de maio de 2011

É Preciso Perdoar!

"Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas."
Mateus 18:35

A partir do verso 21 do capítulo 18 do evangelho de Mateus, Jesus responde a pergunta de Pedro dizendo que sempre devemos perdoar uma pessoa, mesmo que esta peque contra nós várias vezes; em seguida iniciando a parábola do credor incompassivo.

Nesta parábola, um homem é chamado à presença do seu Senhor para prestar contas e pagar sua dívida, que por sinal era muito alta e o mesmo não tinha como pagar! Esse homem sabe que deveria ser preso juntamente com sua família, até que pagasse a dívida, pois esta era a lei da época, e apelou, implorou, chorou tanto, que despertou a compaixão de seu senhor. Ao ser perdoado de toda aquela dívida, o homem sai dali feliz, livre, em paz e, no caminho, encontra um companheiro de trabalho que lhe deve alguns tostões; ele então cobra a dívida, ouve seu amigo implorar misericórdia, mas ao contrário de seu senhor, cumpre a "lei", mandando-o para a prisão depois de sufocá-lo diante de todos. Seu senhor fica sabendo e, decepcionado, muda de idéia com relação à decisão anterior, e o lança na prisão até que pague toda a dívida.

Jesus conclui esta história dizendo que Deus agirá da mesma maneira para com aqueles que não perdoarem quaisquer dívidas "de coração" aos seus ofensores.Na verdade, qualquer pessoa sabe que isso não é e nem nunca foi fácil, Porém é o que uma pessoa que confessa ser de Jesus DEVE fazer!

Por que devo perdoar? Por que Deus exige da gente algo tão difícil? Queremos responder a essa indagação, à luz da Palavra de Deus!

Por que é preciso perdoar?

1. Para não sermos vencidos pelo diabo (II Coríntios 2.9-11).

O apóstolo Paulo fala à Igreja em Corinto que está disposto a perdoar, mas não indica que o fará por ser bonzinho ou ter um coração muito puro, nem por achar muito fácil essa coisa de perdoar um ofensor, que talvez tenha sequer pedido perdão! Ele diz que o fará "para não ser vencido por Satanás." E isso só é possível...

•Se estamos na luz (I João 2.9)
•Se somos de Deus (I João 3.7-8)
•Se somos verdadeiros (I João 4.20)

Por que perdoar?

2. Por causa do amor de Cristo (II Coríntios 5.14,15).

O apóstolo Paulo esclarece o motivo de prosseguir firme na caminhada cristã, anunciando o Evangelho, apesar de lutas, maus tratos e prisões! Se sente "constrangido" pelo amor de Cristo! Como ele poderia não amar Aquele que foi capaz de abrir mão do Seu trono de Glória, só por amor? Doar-se por amor, morrer na cruz por amor?ser humilhado, por amor? Como não anunciar um Deus assim?

Como não perdoar alguém, se Ele precisou morrer por causa da gravidade do meu pecado? Como? Como? Estou constrangido! "O amor de Cristo me deixa constrangido." Só é possível conhecer este amor...

•Se somos nova criatura (II Coríntios 5.17)
•Se somos filhos de Deus (Mateus 5.44-46)
•Se precisamos de perdão (Mateus 7.2 e 6.15)

Sim, eu preciso perdoar, sabe por quê?

3. Para sermos amigos de Cristo (João 15.14)

"Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando." (João 15:14)
Jesus disse isso aos seus discípulos e diz agora para mim e você!

Na verdade, a gente quer ser amigo de Jesus só quando nos interessa, ou seja, quando quero receber bênção em cima de bênção, mas fazer o que Ele manda mesmo, nem sempre estamos dispostos; que triste realidade!

Se eu realmente quero ser amigo de Jesus, preciso fazer o que Ele manda, e Ele mandou perdoar! Só é possível agir assim...

•Se amamos ao Senhor (João 14.15)
•Se escutamos a voz do Senhor (João 8.47)
•Se queremos pagar o preço (Lucas 9.23-25)

Que tal começarmos hoje, agora, já! Deus mandou perdoar e eu e você só temos mesmo é que ser obedientes à Sua voz!

Vamos fazer assim e o resto, Ele mesmo fará, pois Ele mesmo disse: “[...]Sem mim, nada podeis fazer." (João 15.5b). Desejo de todo coração que esta mensagem tenha ajudado você!

Por Else Dias