quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Que Faço Se Não Tenho Mais a Alegria em Deus Que Deveria Ter?



A você, que talvez tenha perdido a Alegria (o fruto do Espírito) de seu ser, ou então está esfriando na fé, renove seus votos e sua alegria pelo amor e o júbilo em Cristo!

"Sacia-nos com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias" - Salmos 90:14

Por Gabriel Ferraz

domingo, 25 de dezembro de 2011

Boas Festas!


Ainda que todos saibam que o Natal é uma data mais comercial que espiritual, é inevitável conter o clima de festa que envolve a população. Por todos os lados, as ruas ficam enfeitadas e ganham novas luzes; centros comerciais e lojas permanecem lotados; as pessoas, quase que hipnotizadas, saem às compras e planejam suas festas.

Entretanto, nós, enquanto povo de Deus, não podemos nos esquecer do verdadeiro sentido do Natal, que é o nascimento do Nosso Salvador. Devemos aproveitar cada dia na Terra para celebrar nossa vida em Cristo.

Portanto, meu amado leitor, aproveite a oportunidade para celebrar ao Senhor com toda a sua força. Lembre-se de que o povo de Deus sempre foi reconhecido pelas muitas festas que fazia: “Bem-aventurado o povo que conhece o som alegre; andará, ó Senhor, na luz da tua face."  (Salmo 89.15).

Boas festas!
Por Rev. Leandro Machado

sábado, 24 de dezembro de 2011

O Natal!


"Hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor
(Lucas 2:11)

Acredite aconteceu!!! O imensurável amor que se revelou na simplicidade de uma humilde manjedoura. Para quem conhece Deus, e tem com ele um relacionamento, um compromisso de vida, esta data do Natal (seja ela real ou não), deve ser vista por nós como a prova de um amor imensurável, por Ele um dia ter-nos criado, e amado com amor eterno. Ele preparou um jardim, um pedacinho do Céu aqui na terra, um lugar maravilhoso, e ainda Santo, onde as delicias de frutíferas arvores eram para seu alimento. Um lugar criado pelos dedos de Deus. Você pode imaginar com que carinho e grande amor Deus criou este lugar?

Mas, o homem por seu orgulho em querer ser igual a Deus, se livrar da sujeição do seu criador, ele deu ouvido ao diabo, e assim, trocou a dádiva do presente do glorioso jardim do Éden, por uma enganosa, falsa, e maligna promessa que o diabo fez, e assim, caiu em pecado afastando-se do seu criador. Mas, o amor de Deus ele é verdadeiro profundo eterno, ele poderia ter destruído essa criatura infiel, desobediente, e ter criado outra sem pecado.

Contudo, esse amor é incompreensível, divino e gracioso, extrapola a nossa capacidade humana de entender. Ele disse: “Da semente da mulher virá um que esmagará a cabeça da serpente” (Gênesis 3-15). Você pode entender o que prometia Deus por causa do amor a sua criatura? Qual era o tamanho do preço a ser pago? Qual o limite da sua humilhação? Até onde chegou o Criador por causa do pecado do homem? Você pode entender o quanto custou a tua Salvação? Por favor pare aqui! Reflita! Pense! NEle que um dia viria a este mundo se entregaria para morrer numa cruz, e que se humilharia a tal ponto de se fazer criatura, para morrer por essa criatura, e assim restaurá-la, reerguê-la, refazê-la, lavando o seu pecado no seu sangue vertido naquela até então maldita Cruz, para assim satisfazer a sua justiça..

Sua promessa foi cumprida. Ele veio e nasceu um dia em Belém da Judéia, data esta da nossa comemoração, do nosso jubilo, da nossa alegria, e da nossa eterna gratidão por este amor tão antigo, e tão presente, que nos aquece, que nos da alento, razão e sentido para viver na esperança de reaver o nosso paraíso que um dia fora perdido. E, por tamanho amor, cumpriu a sua missão de resgate, pagando o preço do nosso odioso pecado. Ele, vitorioso, rompendo as cadeias da morte, triunfante subiu a glória, e foi preparar-nos lugar, agora para nunca mais perder, mais para que nós possamos ficar com ele por toda a eternidade no gozo eterno.

Que esta noite, seja só de gratidão por nosso Deus que tem um amor fiel, extremado e pede que nós o amemos assim como ele nos amou. Que haja envolvimento, compromisso, renúncia. E que seu amor e santidade seja a transparência viva e refletida em nossos corações, e em nossas ações e atitudes, para glorificação do seu Santo Nome. No entanto, se Deus em seu agir extrapolou a nossa limitada capacidade de compreender seu amor, de igual modo também o é a sua justiça . Disse Jesus: “Quem crê no filho tem vida eterna; o que todavia se mantém rebelde contra o filho não Vera a vida, mais sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3-36).

Que nesta noite de Natal, a nossa razão seja só para agradecer a Deus pelo presente recebido, e por tudo o que ele nos fez, pelo seu nascimento na humilhação de uma manjedoura, pela gloriosa e divina passagem por este mundo, e pela redenção feita na cruz infamante do calvário. Se o seu nascimento é para nós razão de festa, de alegria, de vitória, a sua ressurreição redentora, é o glorioso passaporte pago, selado, e carimbado com o Seu precioso sangue, para a vida eterna, o qual graciosamente ele nos outorgou, para que vivamos com ele harmoniosamente no cumprimento da sua palavra.

A Ele seja toda a gloria, honra, poder, majestade para sempre, Amém!

Por Eneas Cândido de Lara

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

José, o Homem que Confiou em Deus (Parte VII)


Este é o nosso último artigo sobre esta série especial e abençoada sobre a vida de José. O capítulo de hoje é uma avaliação sobre a vida deste homem que confiou e esperou em Deus e alcançou a vitória. Porém, estas palavras que escreverei aqui não serão minhas, mas de Gordon Lindsay, do também último capítulo do livro José e Seus Irmãos, publicado pela Graça Editorial. Antes de mais nada, faço uma menção especial não só a este livro, mas também a José: primeiro-ministro, de William M. Taylor (sem publicação em português) e a Bíblia, minha principal fonte de estudos para preparar esta série. 

Antes de mais nada, agradeço a Deus, em primeiro lugar, por dar me capacidade de reproduzir esta série durante estes sete dias. Agradeço também a você, querido leitor, que nos dá força para continuar este trabalho.

Uma avaliação sobre a vida de José - A história de José, na verdade, é a história da família de Jacó. Até que José fosse mencionado no texto bíblico, a narrativa se concentrara em Jacó. A partir do momento em que José entrou em cena, tornou-se o protagonista, ao redor do qual o pai e os irmão desenpenharam papéis secundários - o que já fora previsto nos sonhos de José (Gênesis 37:9).

A história de José tem um charme especial e é um forte apelo para a juventude. Personagem algum apareceu, na literatura humana e na sagrada, com caráter mais nobre, exceto o próprio Cristo. Desde cedo, José parece ter tido um grande senso de propósito. Seu caráter e suas inclinações contrastavam nitidamente com a de seus irmãos, o que foi a raiz das sérias diferenças entre eles. 

José, em sua juventude, demonstrou certa precocidade. Mas ele demonstrou também falta de sabedoria ao compartilhar com os irmãos os sonhos que Deus lhe dera, os quais tinham um óbvio significado. José não percebeu que, ao contar os sonhos, talvez parecesse egoísta, o que resultaria em uma inimizade cada vez mais profunda entre ele e seus irmãos.

A firmeza que José tinha diante das adversidades era o mais notável traço do seu caráter. Embora a atitude cruel dos irmãos de vendê-lo como escravo para os israelitas tenha causado a José profunda angústia na alma, podemos vê-lo apenas temporariamente deprimido pelo evento. Seu espírito era dotado de notável flexibilidade; adaptou-se às novas circunstâncias, crendo que Deus ainda estava no controle. Embora fosse um homem de emoções profundas, José não era dado a mudanças de humor. Sua fé manteve-se firme e forte e, quando surgiam as oportunidades, José sempre esteve pronto para agarrá-las.

Outro importante traço do caráter de José era a sua confiabilidade. As pessoas sempre podiam depender dele e nele confiar. Quando Potifar dava uma tarefa para o jovem escravo, percebia que ele sempre a realizava bem. José, gradualmente, recebeu mais responsabilidade, pois sempre trabalhava de forma diligente. Além disso, Potifar notou que, por causa dele, a própria casa prosperava. No final, Potifar encarregou de José todos os assuntos da casa. 

Difamado pela perversa mulher de seu senhor, José foi lançado na prisão e colocado a ferros. Ainda assim, mesmo na masmorra, encontrou o favor do carcereiro. José não gastava seu tempo criando problemas nem fazendo planos de fuga, mas cuidava em fazer bem todas as tarefas que lhe davam. Logo o carceireiro lhe confiaria todas as coisas na prisão.

Quando o copeiro-mor e o padeiro-mor foram presos, ficaram sobre a responsabilidade de José. O interesse que ele demonstrou no bem-estar deles fez com que lhe relatassem os sonhos que tiveram e que os perturbavam, os quais apenas José foi capaz de interpretar. Por obra da providência, finalmente, ele foi chamado para estar diante do Faraó, e acabou exaltado à posição de primeiro-ministro do Egito.

Quando se tornou governador de todo o Egito, José monstrou a mesma fidelidade e diligência na maneira de executar suas grandes responsabilidades. Administrou durante o período de fome com grande sabedoria e, evidentemente, José se tornou altamente estimado pela casa do Faraó durante toda sua vida no Egito.

A exaltação de José não o modificou - Poucas pessoas poderiam suportar a responsabilidade de uma prosperidade repentina. José foi um exemplo de homem que poderia passar tanto pela prosperidade quanto pela adversidade com a mesma atitude.

A súbita exaltação de José, elevado a uma posição de supremo poder, representaria grande perigo para muitos homens. Muitas pessoas, ao alcançar o poder, tornam-se irresponsáveis e até mesmo cruéis em sua conduta. Outras seguem pelo caminho do orgulho e da auto-exaltação. José, entretanto, manteve os pés no chão. Sua integridade brilhou em todas as variadas situações que foi desafiado a enfrentar.

Talvez outra pessoa fosse tentada a revelar prematuramente sua identidade aos irmãos, devido ao desejo de ver o efeito que sua posição elevada teria sobre eles. Embora José fosse humano e sentisse satisfação no sucesso que Deus lhe dava, era cuidadoso em dar a Ele toda a glória. Sua principal preocupação foi assegurar o verdadeiro arrependimento dos irmãos para que a verdadeira reconciliação também pudesse ser operada.

Outra qualidade notável de José era sua consciência da providência divina. Ele aprendeu a ver a mão de Deus em todas as circunstâncias. Quando se revelou aos irmãos, arrancou o amargo ferrão da auto-condenação deles, dizendo: "Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós" (Gênesis 45:5). Durante toda sua conversa com os irmãos, José enfatizou o propósito de que Deus o enviara ao Egito para preservar a posteridade de Israel. "Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus" (Gênesis 45:8).

A grande verdade da providência de Deus para o destino humano era a estrela que guiava José pela vida. Sua convicção da presença do Senhor sustentou-o ao longo dos anos de adversidade. A grande fé que José possuía lhe deu coragem para resistir às tentações, mesmo custando-lhe anos de prisão.

Um segredo primordial na vida de José foi seu constante reconhecimento da presença de Deus. Como seria maravilhoso se cada cristão descobrisse tal segredo! [...]

[...] Em seu coração, José já tinha perdoado seus irmãos há muito tempo. No entanto, percebeu que, para que seu perdão fosse apreciado, seus irmãos precisariam entender a extensão do pecado que cometeram. Eles precisariam experimentar um pouco do sofrimento que tão maliciosamente infligiram a outros. Quando chegaram ao ponto em que odiaram seus antigos caminhos e entenderam que não tinham pecado apenas contra o irmão, mas também contra os céus, então a afeição de José pôde ser derramada sobre eles.

Realmente a conversão atingira tão profundamente o coração dos irmãos que foi muito difícil conseguirem perdoar a si mesmos, quando José lhes disse: "Não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos" (Gênesis 45:5).

José foi um extraordinário estadista e possuía uma habilidade incomum para conquistar a confiança dos outros. Embora tenha sido capaz de interpretar de forma convincente os sonhos do Faraó, parece estranho que o rei, tão rápido, tenha sido movido a dar-lhe tamanha autoridade.

Ainda mais notável foi o fato de que José não abusou do seu poder, mas conduziu-se com tanta sabedoria no desempenho dos complexos negócios da nação, que, 25 anos mais tarde, muito tempo depois de a fome ter terminado, ainda teria a confiança total do Faraó e de todo o povo egípcio. Sem dúvida, José manteve uma posição de honra e de influência no Egito até o final de sua vida.

Por Gabriel Ferraz

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

José, o Homem que Confiou em Deus (Parte VI)


Hoje, continuamos a nossa série. Da parte em que paramos, ou seja, da partida, ou melhor, da decisão de Jacó de ver o filho que havia sumido, iniciamos o nosso sexto capítulo da série sobre a história de José, o homem que confiou em Deus.

Ao chegarem ao pai, os filhos de Jacó, irmãos de José, devem ter lhe contado tudo o que haviam feito contra o irmão, porém, como vemos, Jacó estava tão feliz com a volta de José que seu espírito reavivou, perdoou-lhes e ele seguiu para ir de encontro com o filho amado.

Antes de partir, primeiramente Jacó oferceu sacrifícios a Deus, em agradecimento, e então subiu no seu carro (ou sua carroça) para ir até Gósen, sua nova morada no Egito. A noite, Deus falou a ele em visões, dizendo: "Jacó! Jacó! E ele disse: Eis-me aqui. E disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer ao Egito, porque eu te farei ali uma grande nação. E descerei contigo ao Egito e certamente te farei tornar a subir; e José porá a sua mão sobre os teus olhos" (Gênesis 46:2-4).

Chegando perto do Egito, Jacó colocou Judá na frente da caravana, para que ele mostrasse a terra de Gósen. Tendo chegado a caravana, José saltou de sua carruagem e foi chorar nos braços do pai. Depois de um bom tempo, - todos muito emocionados - Jacó disse ao filho: "Morra eu agora, pois já tenho visto o teu rosto, que ainda vives" (Gênesis 46:30).

Logo após, José anunciou aos irmãos que seriam levados ao encontro com o Faraó, e eles deviam lhe informar que eram pastores de ovelhas. Como os egípcios consideravam os pastores de ovelhas uma abominação, eles seriam separados e encaminhados a um local longe da contaminação do pecado. Eles chegaram ao Faraó e lhe disseram tudo isso, além de perguntá-lo se poderiam habitar na terra de Gósen, que José havia escolhido para eles.

O Faraó, sem dúvida, o permitiu, pois tinha muita consideração por José e seu Deus. Além disso, o Faraó informou a José que, se ele achasse que algum dos irmãos estivesse qualificado, poderia colocá-lo no comando dos rebanhos reais.

Um encontro memorável - Após a conversa com os irmãos, José chamou a seu pai e o apresentou ao Faraó, com grande alegria. Ali, então acontecia o encontro mais memorável e mais impressionante da história - não só a de José, mas do mundo todo. Encontravam-se ali, os homens mais abençoados e capacitados por Deus. O mais poderoso monarca da época (o Faraó), o estadista mais capacitado daquele tempo, o qual administrara o Egito com competência sem igual - em meio a tenebrosa crise de fome (José), e o herdeiro das promessas feitas por Deus a Abraão e Isaque (Jacó), ali juntos. Depois disso, não houve reunião mais impressionante.

Jacó se apresentou ao Faraó sem esconder seu Deus, o abençoando no início e no fim da entrevista. Ele não negou sua fé, muito pelo contrário, a manifestou tomando-a como canal de bem-estar, pedindo o favo do Deus altíssimo.

Os últimos dias de Jacó - Jacó viveu na terra do Egito durante dezessete anos - tendo morrido com a idade de cento e quarenta e sete anos. Estando ele ainda enfermo, José foi informado disto, e levou consigo seus dois filhos, Efraim e Manassés.

Jacó lembrou de suas experiências em Betel e da promessa que Deus lhe fizera, dando a ele e à sua descendência a terra de Canaã como possessão perpétua. Além disso, pediu que Efraim e Manassés recebessem o direito a primogenitura que Rubem perdera, sendo colocados como seus filhos. Lembrou se de Raquel e sua morte.

Vendo que haviam duas pessoas na sala, e não conseguindo vê-las pois sua vista já estava fraca, perguntou a José, que prontamente respondeu que eram seus filhos. Jacó, então, os abençoou, cruzando as mãos de modo que pudesse colocar a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés: "E abençoou a José, e disse: O Deus, em cuja presença andaram os meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou, desde que eu nasci até este dia; O anjo que me livrou de todo o mal, abençoe estes rapazes, e seja chamado neles o meu nome, e o nome de meus pais Abraão e Isaque, e multipliquem-se como peixes, em multidão, no meio da terra" (Gênesis 48:15-16).

José, porém, pecebeu que seu pai colocara a mão errada na cabeça errada, já que a direita era preservada ao primogênito, que era Manassés. Jacó, assim, respondeu: "Eu o sei, meu filho, eu o sei; também ele será um povo, e também ele será grande; contudo o seu irmão menor será maior que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações" (Gênesis 48:19).

Depois Jacó chamou seus filhos e lhes abençoou. Não vamos citá-las pois já não há mais espaço para tal, já que só nos falta mais um artigo para terminarmos esta série.

Jacó, após os abençoar, pediu que os filhos os sepultasse em um lugar especial, a terra de Canaã, junto a seus pais: "Depois ordenou-lhes, e disse-lhes: Eu me congrego ao meu povo; sepultai-me com meus pais, na cova que está no campo de Efrom, o heteu" (Gênesis 49:29). Logo após dar suas instruções quanto a seu sepultamento, Jacó morreu. José, naquele momento, se lançou ao pai e chorou no seu leito. Ao final pediu que Jacó fosse embalsamado, e assim ele o fez, e o pai foi sepultado em Canaã.

À cerimônia de sepultamento, todos os sevos de José, seus irmãos e a casa de Faraó compareceram. Fora um momento de grande emoção, e todos choraram durante sete dias. Após o luto, todos retornaram, e seus irmãos, vendo a morte do pai, pensaram que José - agora - os puniria. Pensaram que fora a presença do pai que lhes mantinha vivos. José, no entanto, negou aos irmãos: "E José lhes disse: Não temais; porventura estou eu em lugar de Deus? Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida. Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei a vós e a vossos filhos. Assim os consolou, e falou segundo o coração deles" (Gênesis 50:19-21)

A morte de José - Após aquilo, seus irmãos se acalmaram e se alegraram, e todos viveram juntos em harmonia até a morte de José. A palavra de Deus diz que José viu os filhos de Efraim até a terceira geração e também os filhos de Manassés. No seu leito de morte, disse aos irmãos: "Eu morro; mas Deus certamente vos visitará, e vos fará subir desta terra à terra que jurou a Abraão, a Isaque e a Jacó. E José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente vos visitará Deus, e fareis transportar os meus ossos daqui" (Gênesis 50:24-25)

E assim José morreu e foi embalsamado e sepultado no Egito. Quatrocentos anos mais tarde, quando os israelitas deixaram o Egito rumo a terra prometida, levaram consigo os ossos de José (Êxodo 13:19).

Continua...
Por Gabriel Ferraz