terça-feira, 1 de março de 2011

A Alegria do Senhor é a Nossa Força!

"...Porque a alegria do SENHOR é a vossa força." Neemias 8:10b

"Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação, cobriu-me com o manto de justiça, como um noivo se adorna com turbante sacerdotal, e como a noiva que se enfeita com as suas jóias." Isaías 61:10

Quem se alegra no seu Deus? O que é rico? O que tem uma boa e saudável família? O que goza de boa saúde? Aquele a quem nada falta? Infelizmente, a granded maioria desses raramente pensa em Deus e muito menos se regozija e se alegra Nele, porque a ingratidão campeia por toda a parte e muitas vezes, no seu ego, pensa que tudo isso é merito seu.

Contudo, aquele que passa por dificuldades e que busca o perdão e a graça de Deus em sua vida, esse, lembra-se do seu Criador, louva-O e regozija-se no seu Senhor. Quem não O busca para conhecê-lO e ter comunhão com Ele, dificilmente se alegrará na Sua pessoa.

Todos aqueles que têm encontrado em Cristo o perdão dos seus pecados, a alegria da salvação, a paz de quem vive o presente e não tem medo do futuro, alegra-se, regozija-se, e louva-O continuadamente, porque Ele é Santo, Salvador, Guia, Protetor e Consolador na hora da aflição.

Nestes dias de terrível confusão, em que há pais contra filhos, irmãos contra irmãos, maridos contra esposas, nações contra nações, é bom termos Alguém em quem confiar e em quem nos alegrarmos, porque sabemos que esse Alguém - Jesus - não nos vai trair. Ele é fiel e justo, não pode negar-Se a Si mesmo, antes, nos "vestiu de vestes de salvação e nos cobriu com o manto da justiça", como noivos adornados para as bodas do Cordeiro.

NEle me regozijarei muito, porque nEle a minha alma é feliz e abençoada.
Por José Luiz Valério

Rivaldo, jogador do São Paulo: um evangélico, contra o divórcio e comerciais de cerveja.

Uma entrevista publicada pelo jornal Folha de São Paulo mostrou o lado cristão do jogador Rivaldo, que voltou ao Brasil para jogar com a camisa 10 do São Paulo Futebol Clube. Aos 38 anos o jogador conta como se converteu e faz declarações sobre bebida, fama, dinheiro, divórcio e claro sobre futebol.

O jogador é evangélico, se converteu em 2004 após uma experiência com Deus dentro de seu carro. Rivaldo tem cinco filhos, dois com Rose, com quem foi casado de 1994 a 2003. E os outros três, nascidos na Grécia, com Eliza, sua atual mulher. A família da sua atual esposa é toda evangélica e foi por intermédio dela que ele aceitou a Cristo. Em 19 de abril de 2004, data do seu aniversário, Rivaldo estava voltando de Mogi Mirim e há 20 dias ouvia vozes dizendo que ele morreria em um acidente de carro.

“Tava voltando de Mogi Mirim e ouvi: ‘É hoje, é hoje que você vai morrer’. Eu vinha na [rodovia dos] Bandeirantes, sempre na última pista, para ficar bem longe de caminhão. Mas também ouvia: ‘Se você me aceitar, não morre’. Cheguei no apartamento e disse pra minha esposa: ‘Hoje eu quero aceitar Jesus’. Ela pegou a Bíblia, orou comigo e aí nunca mais escutei aquilo. Se eu já conhecesse Jesus, jamais teria me separado, porque Deus é contra o divórcio”, contou ao repórter da Folha.

Rivaldo disse que quando seu primeiro casamento chegou ao fim na época que ele estava jogando no Milan e chegou a ser considerado o pior jogador da Itália. Ele acredita que o divorcio tenha mexido com a sua estrutura emocional. “Uma separação sempre é difícil, especialmente por causa das crianças, que voltaram pro Brasil. Você está bem para jogar, mas não tem cabeça. Não gosto de dar como desculpa, mas se perguntar a especialistas nesse lugar [aponta a cabeça], elas dirão que afeta um pouco”, relatou.

O repórter chegou a perguntar por que ele pediu para não fazer comercial de bebidas e cigarros e o que ele acha sobre o Ronaldo e o Mano Meneses que aceitaram fazer. A resposta foi pessoal sem fazer comentários contrários aos atletas que aceitam esses trabalhos. “Podem me pagar uma fortuna que eu não faço, mas cada um é cada um. Nunca vou criticar o Ronaldo, o treinador, o Cafu, esses que estão fazendo. Procuro ver o meu lado e eles procuram ver o deles”, comentou Rivaldo. Em 1994 ele chegou a aceitar ser garoto propagando de um comercial da Brahma e hoje ele se arrepende, apesar de, na época, ter recebido um cachê alto. “Hoje eu vejo como um erro, mas estava com 20, 21 anos. Graças a Deus, eu superei isso, porque nunca bebi, nunca fumei. Sou um atleta e quero ser um exemplo, principalmente para as crianças que gostam de esporte. Tenho meus 38 anos e estou jogando futebol, e isso pode servir de exemplo”, diz.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Examine-se, pois, o Homem a si Mesmo

Em um cenáculo, na noite anterior da qual Ele se tornaria o sacrifício pelos pecados do mundo, Jesus celebrou a páscoa com seus fiéis discípulos. Foi durante esta última refeição que Jesus celebrara, que Ele instituiu este momento de comunhão, que aguardamos com expectativa a cada semana.

Mateus, Marcos, Lucas e Paulo nos dizem que, enquanto estavam comendo a refeição pascal, Jesus tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e deu-o aos discípulos, e disse: "Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho; e todos beberam dele. E disse-lhes: Isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que por muitos é derramado."

O que muitas vezes passa despercebido é que, antes de oferecer a cada um deles o pedaço de pão que representa o seu corpo; e antes de lhes oferecer a bebida do copo que claramente representa o seu sangue e o sangue da nova aliança, Jesus mandou que cada homem passasse um período de tempo em auto-exame. Ele fez isso através de um comunicado que perturbou a todos; cada um deles. Eis o que disse naquela frase: "Em verdade eu vos digo que um de vós me trairá." Marcos registra que eles começaram a entristecer-se e a dizer a Jesus: um de cada vez: "Será que eu?" E em seguida, outro perguntava: "Será que eu?"

À medida em que entrarmos em comunhão a cada semana, um momento de auto-exame deve ocorrer tal como sucedeu na época. O apóstolo Paulo estava bem ciente de que era para ser um tempo de examinação pessoal, que devemos fazer antes de participarmos do corpo e do sangue de nosso Salvador. Ele diz para a congregação de Corinto, que um homem deve examinar a si mesmo antes que coma do pão e beba do cálice. A igreja de Corinto mostrava desrespeito por este momento de comunhão. Seus pensamentos e motivos não estavam onde deveriam estar. Estes cristãos não estavam discernindo o corpo do Senhor. Paulo tinha de lembrar-lhes que quando comeram o pão e beberam o cálice, eles estavam mostrando a morte de Jesus até o seu retorno. Ele advertiu-lhes que quando comiam e bebiam de uma maneira indigna, eles estavam comendo e bebendo juízo sobre si mesmos.

A palavra trair, que Jesus usou; no grego significa "entregar-se", ou "dar mais", que foi exatamente o que Judas fez com o beijo que deu em Jesus. E ele ainda estava chamando Jesus de "Mestre" o tempo todo.

Mas estamos em momentos diferentes do de Judas? Meu dicionário Oxford, define a palavra "trair" como desleal (a outra pessoa, e etc.). Quando a oportunidade de nos arrependermos perante ao Senhor vem ao nosso coração, às vezes olhamos em volta e pensamos que talvez em uma outra hora ou em outro lugar esta oração de arrependimento seria mais adequada; e então deixamos essa oportunidade passar por nós. Isso meus caros irmãos, é uma traição. A palavra de Deus diz que devemos pregar a palavra, esteja em tempo ou fora de tempo de pregá-la (2 Timóteo 4:2)... deixe-me fazê-lo entender melhor... quando é conveniente e mesmo quando não é conveniente. As almas estão indo para uma eternidade sem Cristo, porque milhões de cristãos não estão dispostos a levar a palavra de Deus aos corações perdidos.

Enquanto nós nos sentamos à espera das bandejas para entrarmos em comunhão com Deus; a cada Santa Ceia, devemos passar algum tempo em um auto-exame, e estar sempre dispostos, durante este tempo de examinação, a fazer esta pergunta: "Mestre, eu lhe traí na semana passada?"

Por Stan Butler

Influente compositor cristão, Bill Gaither, fala sobre seu ministério

Bill Gaither, grande compositor e autor de hinos do Hinário Adventista, dirige um ministério musical que tem conquistado diferentes gerações.

William J. Gaither, conhecido como Bill Gaither, é considerado o mais influente compositor da música cristã contemporânea. Formou seu primeiro grupo, o Bill Gaither Trio, em 1956, quando era estudante universitário. Casou-se com Gloria Gaither em 1962 e, após tentar conciliar a música com a carreira docente, decidiu, em 1967, trabalhar em tempo integral como músico.

“Because He Lives” (Porque Ele vive, HA 70) e “He Touched Me” (Tocou-me, HA 197) são apenas duas das inúmeras canções do casal Gaither.

Aos 74 anos e com entusiasmo juvenil, ele dirige o Gaither Vocal Band (GVB). Seu ministério musical ganhou conceituados prêmios internacionais e lançou dezenas de trabalhos, com destaque para os “Homecomings”, que reúnem grandes músicos, com canções regravadas por diversos grupos, como o quarteto Arautos do Rei.

Em 2011, a formação atual do GVB (Bill Gaither, Mark Lowry, Michael English, David Phelps e Wes Hampton) virá pela primeira vez ao Brasil. De 30 de março a 3 de abril, eles se apresentarão em São Paulo, Mato Grosso do Sul e em dois internatos adventistas: IAENE (Faculdade Adventista da Bahia) e IAP (Instituto Adventista Paranaense).

Nesta entrevista, conheça um pouco da vida de Bill Gaither, que fundou a Gaither Music Company e Gaither Family Resources.

De onde vem a inspiração para compor hinos tão especiais como “Porque Ele Vive” e “Tocou-me”?

Bill Gaither - A inspiração vem do Senhor. Eu e Gloria temos dedicado a vida a Jesus e tentamos transmitir essa alegria em nossas composições. A inspiração para o hino “Porque Ele Vive” veio no momento em que nosso primeiro filho nasceu. Apesar de não sabermos o que nos aguardava, críamos que nosso futuro estava nas mãos de Deus e, porque Ele vive, podíamos crer no amanhã.

“Tocou-me” foi uma composição que surgiu da sugestão de um pastor amigo da família. Conversávamos sobre o testemunho de pessoas que haviam sido transformadas pelo poder de Deus. De repente, ele me perguntou: “Por que você não escreve uma música sobre o toque de Jesus?” Foi quando eu e minha esposa percebemos que realmente já havíamos presenciado inúmeros milagres de pessoas que se entregaram a Cristo. Daí, a letra e a música foram fluindo em nossa mente.

Por que o senhor acha que as músicas do GVB agradam diferentes gerações?

Bill Gaither - O denominador comum é a mensagem. Pregamos o evangelho do Reino que é eterno e atrai a todos, independentemente da idade. Não costumo seguir novas tendências musicais porque elas são efêmeras. Até adaptamos algumas canções à realidade atual, mas temos o cuidado de não misturar o santo com o profano. Mantemos a tradição e o equilíbrio. Creio que seja por isso que o ministério GVB tem sobrevivido a tantas gerações.

Que conselho daria para quem está começando no ministério musical?

Bill Gaither - Os músicos que estão iniciando sua carreira nunca devem esquecer que a mensagem principal é Jesus como Salvador. Ela deve ser a mesma ontem, hoje e sempre. Então, eu diria ao jovem músico: Comece pelo lugar em que você está. Não almeje reconhecimento e estrelato. Siga seu coração, mas somente até certo ponto. Certifique-se de que sua mensagem é transmitida com clareza, se a base é Cristo, e fique atento a palavras simples que elevam a mente ao Criador.

Ao viajar por muitos países, como o senhor avalia a pregação do evangelho hoje?

Bill Gaither - Como cristãos, nosso dever é falar da esperança em relação à volta de Jesus e sobre o fato de que o evangelho pode fazer a diferença na vida das pessoas. Garças às novas tecnologias, essa mensagem tem sido propagada muito rapidamente. Pelos países por onde passo, noto que os cristãos têm a oportunidade de “globalizar” também a mensagem de salvação. É maravilhoso ver pessoas transformando suas casas em igrejas, utilizando a televisão para proclamar o evangelho. Rádio, internet, música, enfim, todos os meios devem ser utilizados para falar de Jesus.

Nos concertos do GVB no Brasil, a ADRA vai arrecadar materiais escolares para crianças carentes. De que modo o GVB participa de iniciativas dessa natureza?

Bill Gaither - Ninguém segue a Jesus verdadeiramente até que viva a mensagem de Mateus 25:45: “Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a Mim o deixastes de fazer.” Todo seguidor de Cristo precisa se envolver, de alguma maneira, em ajudar o próximo. Seja doando tempo, dinheiro, talento ou energia. Gostamos de nos envolver com ONGs cristãs sérias, como a ADRA. E a iniciativa de arrecadar materiais escolares é excelente, porque a educação é a base de tudo. O GVB é responsável pela fundação “Gospel Music Transplant”, que ajuda cantores cristãos que têm problemas de saúde e que não podem cuidar de si mesmos. E fazemos parte da “Compassion International”, que desenvolve projetos humanitários em diversos países.

O que o GVB espera do público brasileiro?

Bill Gaither - Conheci muitos brasileiros que foram aos Estados Unidos para assistir aos nossos concertos, e isso é maravilhoso. Todos eles diziam: “Visitem o Brasil” (risos). Temos expectativas enormes quanto ao Brasil. Certamente, vamos conhecer uma nova família e espero que possamos interpretar toda a nossa mensagem. Que o público vá preparado para se divertir com o humor do Mark Lowry, para ver o talento de David Phelps e Michael English, mas, acima de tudo, vá com o espírito de adoração. Não apresentamos simplesmente um show, mas uma celebração de louvor ao nosso Deus.

Fonte: Guia-me