Por Gabriel Ferraz
segunda-feira, 11 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
A Comodidade de Ser Invisível

Pode ser que sejamos aqueles que preferem ocupar as últimas cadeiras de nossas igrejas, ou essas que estão perto da porta, para fugir assim que termina o culto.
Pode ser que, na hora da mensagem, estejamos pensando em quem deveria estar escutando aquela palavra, ou ainda que somos os que têm a vida mais ocupada do que os outros para se envolver em algum ministério.
Talvez sejamos aqueles que há tanto tempo estão na mesma igreja, e que, na verdade, não há nada de novo debaixo do sol e muito pouco para se aprender. É que temos muitos anos de experiência!
Somos os do fundo da Igreja? Somos os invisíveis de sempre? Somos nós, definitivamente, os mornos (Apocalipse 3:16)?
"E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito" (Tiago 1:22-25).
Ser um dos invisíveis é simplesmente um engano, porque a vida cristã é radical: ela é a dos praticantes. Os ouvintes vivem a mentira de viver como um reflexo, sem ser ou viver a plenitude da obra que Deus nos tem preparado.
Para que escutamos se não vamos ouvir a voz de Deus em Sua palavra? Nos enganamos de que o ir a Igreja, levantar as mãos ou fazer atos de presença é ser cristão. Mas vamos desmascarar-nos: nós estamos enganados, e somente de ouvir tem ficado em nosso coração.
A atitude de um praticante é a de olhar atentamente à perfeita Lei; examinando o interior e morrendo para o eu a cada momento, ruminando com sua inteligência e deixando atuar o Espírito para compreender aquele que resulta inacessível para a pequenez humana.
Esta é a atitude comprometida e sacrificada de perseverar naquilo que escutou e, reconhecendo que Deus deve fazer a obra, abandonar a si mesmo para entregar-se nas mãos do Criador, para que Ele faça da forma que deve ser.
E não permita esquecer-se disto, se não, retenha e reflita diariamente em suas obras, buscando agradar ao Senhor e glorificá-lo com sua vida.
Sem dúvida nenhuma, a invisibilidade de um ouvidor resulta mais cômoda. Mas não fomos feitos para isso! Deus nos deu dons, capacidades, inteligência e recursos para que estejamos sempre à Sua disposição e assim sermos praticantes bem-aventurados. Sejamos crentes radicais e visíveis! Vivamos o reino!
Por Pra. Regiane
quarta-feira, 6 de março de 2013
O Que Devo Fazer Para ser Salvo?
"E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?" Atos 16:30
Há, de acordo com as Escrituras; cinco coisas necessárias a se fazer para que possamos desfrutar da vida eterna que o Senhor nos concedeu:
Há, de acordo com as Escrituras; cinco coisas necessárias a se fazer para que possamos desfrutar da vida eterna que o Senhor nos concedeu:
- Crer no evangelho de Cristo Jesus, o qual morreu por nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia (1 Coríntios 15:3-4; Marcos 16:16).
- Confessar que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Romanos 10:9-10).
- Arrepender-se de seus pecados (Lucas 13:3)
- Ser batizado em Cristo para que haja a remissão de todos os seus pecados (Atos 2:38 e 22:16).
- Ser fiel até a morte (Mateus 10:22; Apocalipse 2:10).
A salvação é resultado da Graça de Deus (Efésios 2:8). Jesus viveu uma vida sem pecado e nos ama tanto que morreu pelos nossos pecados, tomando sobre Si o castigo que nós merecemos. Se você realmente crê e confia nisso de coração, e então escolhe receber a Jesus como o seu único Salvador, declarando que Ele é o seu Senhor, você será salvo do julgamento e passará a eternidade com Deus no céu.
"E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa" Atos 16:31
Por Gabriel Ferraz
segunda-feira, 4 de março de 2013
Entendes Tu o Que Lês?

"E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?" Atos 8:30
O ministro das finanças da rainha Candace da Etiópia estava voltando para casa, depois de ter ido adorar o Deus dos deuses, na cidade de Jerusalém. Não viu, nem ouviu Jesus, mas levava consigo um manuscrito do livro do profeta Isaías, que lia e no qual meditava (Isaías 53:7).
Filipe, o diácono, aproximou-se do seu carro e, vendo-o, perguntou-lhe: "Entendes tu o que lês?" O eunuco respondeu: "Como poderei entender, se alguém me não ensinar?" (Atos 8:30-31).
Filipe, subiu para o carro e, começando a ler o texto, anunciou-lhe Cristo, o Servo sofredor, que foi morto na cruz e que como Cordeiro, não abriu a Sua boca. Filipe explicou-lhe que esta passagem se referia ao profeta Redentor, que haveria de vir dar a Sua vida pelos homens. Esse profeta era Jesus, que fora morto, crucificado pelos nossos pecados.
O eunuco encontrou o que foi procurar - Jesus, o Redentor. Agora era aceitá-lO, crer n'Ele e viver a salvação trazida por Ele. O eunuco de Candace só precisava entender a Bíblia para ser salvo. Creu que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, foi batizado e seguiu, alegre, o seu caminho.
Não basta ler a Bíblia. É preciso meditar nela e compreender o que Cristo é para nós. Se aceitarmos Cristo como o nosso Messias e o nosso Salvador, podemos partir alegres, felizes e salvos para a nossa terra prometida.
Não deixes o teu texto sem o ler e meditar com o coração, até compreendê-lo completamente.
Por José Luiz Valério
sábado, 2 de março de 2013
A Mansidão

Hoje, ouvi alguém chamar de "manso", no sentido pejorativo, a outrem, que não gritou, nem protestou indecentemente ante a violação dos seus direitos, antes, delicadamente, passou adiante, evitando, com essa sua atitude, um confronto que poderia acabar mal.
"Manso..." disse alguém que assistia de perto à cena. "Se fosse comigo tinha que vomitar o que disse com língua de palmo. É covarde, medroso e manso que nem um boi castrado".
Tenho refletido sobre a cena e penso que a pessoa atingida não é assim tão fraca e medrosa como foi dito. Pelo contrário, ele demonstrou força de carácter, domínio próprio, coragem, perseverança, bom senso e muita educação. Ser forte não é gritar, forçar, impor pela blasfêmia o que não se consegue pelo amor e pela razão. Também na manifestação da mansidão, face à calúnia e à injustiça, se mostra força, coragem e se alcança vitória.
A mansidão, infelizmente, não é muito bem entendida nos nossos dias, mas é uma graça que vale a pena aceitar e praticar, pois controla o ódio, a malícia, a injustiça e também nos livra das consequências das palavras ditas a "quente".
A mansidão faz o homem feliz, porque lhe dá paz e ainda a oportunidade de promover a paz, evitando a guerra.
"Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra" (Mateus 5:5). "Assim, revesti-vos de entranhas de misericórdia, benignidade, humildade e mansidão, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, como Cristo vos perdoou..." (Colossenses 3:12-13).
A mansidão não é covardia, nem pequenez, mas força para uma vitória diferente.
Por José Luiz Valério
Assinar:
Postagens (Atom)
