segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Canais de televisão apostam em atrações com conteúdo bíblico para aumentar ibope

A grande aposta dos canais de televisão para o começo de 2011 são programas com conteúdos bíblicos. A principal atração será a história de Sansão e Dalila. A Bandeirantes exibiu o filme de 1996, com Elizabeth Hurley e reprisou também neste domingo, dia 03, mesma semana em que a Record estréia sua nova minisérie ‘Sansão e Dalila, dia 04.

A Bandeirantes escolheu os filmes bíblicos para o mês de dezembro. As histórias de Davi, Salomão, Ester, Moisés e a de Sansão e Dalila foram contadas por filmes antigos exibidos aos domingos. No dia 2 de janeiro, todos estes filmes foram reprisados em um especial, incluindo o último, que tem sido alvo de muitos olhares por conta do lançamento da Record na mesma semana.

A Rede Record, em seu mais novo empreendimento de minisérie bíblica, exibirá também a história do homem que perdeu sua força junto com seus cabelos. Depois da história da rainha Ester, exibida ano passado, no dia 4 de janeiro estréia ‘Sansão e Dalila‘, com a participação de conhecido elenco brasileiro tendo à frente Mel Lisboa.

Fonte: Creio/ Gospel Prime

domingo, 2 de janeiro de 2011

Um Oásis de Liberdade Religiosa?

O emirado do Kuwait, que ficou mundialmente conhecido em 1990 ao ser invadido por tropas do ditador Saddam Hussein, na época o todo-poderoso do Iraque, é, guardadas as devidas proporções, uma espécie de oásis de liberdade religiosa no Oriente Médio. Os primeiros missionários cristãos chegaram ao país no início do século 20 e iniciaram o trabalho evangelístico com a abertura de um hospital. E, ao lado dele, abriram uma igreja que funciona até hoje.

País de pequenas dimensões (17.818 km² de área), pouco menor que o estado de Sergipe, o Kuwait é riquíssimo em petróleo, oferece aos seus habitantes um altíssimo padrão de vida e tem como principal peculiaridade o fato de ter mais de 50% de sua população (de dois milhões de pessoas) composta por estrangeiros. Essa característica explica outro aspecto especial do emirado: é um refúgio para aqueles que fogem do extremismo islâmico presente nos países vizinhos.

Após a invasão do país pelo Iraque, a comunidade internacional, liderada pelo então presidente norte-americano George Bush (pai do ex mandatário dos EUA, George W. Bush), derrotou as tropas iraquianas na Guerra do Golfo e o Kuwait recuperou sua liberdade. Muitos acreditam que essa retomada foi fundamental para o florescimento do cristianismo naquele país do Oriente Médio.

Liberdade

O pastor da maior igreja evangélica do Kuwait, Jerry Zandstra, afirma que há, atualmente, mais de 250 mil cristãos naquele país, sendo a maioria composta de trabalhadores estrangeiros. Segundo Zandstra, o governo kuwaitiano não só permite a liberdade do culto cristão como também colabora com as igrejas. A comunidade evangélica liderada por Jerry Zandstra, por exemplo, usa um edifício cedido pelo governo do Kuwait para a realização das reuniões.

Outra característica singular no emirado é a união dos cristãos das mais diferentes denominações. No prédio onde funciona a igreja do Pr. Zandstra, outras 60 pequenas congregações se reúnem. A estimativa é de que mais de 20 mil pessoas participem, semanalmente, das reuniões e dos cultos realizados no prédio. Zandstra garante que, em 18 anos de atividades de sua igreja, nunca houve qualquer interferência por parte do governo local, um regime monárquico islâmico cujo chefe de Estado é, desde 1977, o xeque Jaber al-Ahmad al-Sabah. O chefe de governo é o primeiro-ministro e príncipe Saad al-Abdullah al-Salim al-Sabah.

Problemas

Existem, é verdade, algumas proibições, mas são casos isolados. O filme "A paixão de Cristo", dirigido pelo ator australiano Mel Gibson, teve sua exibição proibida em cinemas do Kuwait. Curiosamente, em países que aplicam leis muçulmanas com muito mais rigidez, tais como Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Síria, Líbano e Egito, o filme pôde ser exibido sem censura. Ainda assim, os cristãos do Kuwait não têm muito do que reclamar: o acesso a canais de TV evangélicos, transmitidos via satélite, é livre, e a própria Constituição garante liberdade de religião.

Recentemente, os legisladores kuwaitianos introduziram leis que transformaram em crime qualquer ofensa aos livros sagrados do islamismo (o Corão), do judaísmo (o Torá) e do cristianismo (a Bíblia). Existem, atualmente, grupos radicais islâmicos que estão tentando acabar com essas liberdades, e, por isso, algumas leis vedam determinadas práticas comuns em países como o Brasil. Lá, são proibidas as grandes campanhas e cruzadas evangelísticas (em estádios, por exemplo), e a evangelização porta a porta é desencorajada. Na prática, os cristãos só podem falar abertamente das Escrituras Sagradas aos 250 mil que professam a fé cristã.

Lamentavelmente, a liberdade religiosa abriu caminho para que seitas satanistas e ateus também pudessem encontrar espaço no país onde o vazio espiritual foi o combustível para que credos, até então inexistentes, começassem a surgir no emirado majoritariamente muçulmano (85% da população).

Oremos para que os cristãos sejam encorajados a alcançar os muçulmanos e transformar o Oriente Médio pelo poder de Deus!

Por David Soares

Projeto de Lei pode proibir livrarias evangélicas de selecionar livros que vendem

 Projeto de Lei pode proibir livrarias evangélicas de selecionar livros que vendem
Tramita na Câmara Legislativa Federal em Brasília o Projeto de Lei que obriga livrarias e pontos de venda de livros a comercializar todas as obras enviadas a eles. Caso o comerciante se oponha a vender, deverá comunicar os motivos por escrito ao autor ou editor, que poderá apresentar recurso à Câmara Brasileira do Livro ou às câmaras estaduais.

A proposta alegada é garantir a “livre circulação de livros no País”. Na opinião do autor, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), “livrarias não podem ficar submetidas ao jogo econômico e às preferências pessoais”.

Segundo o deputado, é comum as grandes editoras e distribuidoras contarem com livrarias próprias. “Isso resulta na impossibilidade de autores de menor capacidade financeira colocarem à venda sua obras, que, em certo casos, representam importante contribuição à vida cultural do País”, diz.

A proposta também define toda livraria como “núcleo cultural de importância social protegida pelo poder público”. As livrarias, para o autor do projeto, “não são meras casas comerciais, mas locais de transmissão e circulação de ideias e produtos intelectuais de interesse da cultura nacional”.

O projeto já está em apreciação, em caráter conclusivo (não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo). O projeto perderá esse caráter em duas situações: – se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); – se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).

Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. e será analisado pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara

sábado, 1 de janeiro de 2011

Seja fiel a Cristo

Já vimos que o servo fiel, este é quem obedece à Palavra de Deus. Duas coisas muito importantes se destacam na vida das pessoas que se colocam debaixo da autoridade do Pai. Vou destacá-las abaixo:

Oram e são atendidos. No livro do profeta Isaías, capítulo 44, versículo 26, está escrito que Deus confirma a palavra do seu servo. Portanto, quando o servo de Deus ora, o próprio Senhor honra o que ele diz: ”Porque aos que me honram, honrarei” (1 Sm 2.30b).

Uma senhora me contou um testemunho, dizendo que seu pai estava desenganado pela medicina. O próprio médico chegou a dizer: ”Chamem o líder espiritual da família, pois o coração do seu pai está inchado demais, e com oitenta anos, o óbito virá a qualquer momento.” Essa irmã, então, entrou na unidade de terapia intensiva e pregou a Palavra para o seu pai. Falou a respeito do plano da salvação e sobre cura divina. Ela teve tanta convicção, que saiu do quarto falando: “Papai está curado!”. O médico veio e retrucou: “Respeito a fé da senhora, mas o caso dele é irreversível.” A família quase bateu nela: “Isso é loucura!” “Puro fanatismo!”, mas ela não retrocedeu. Ficou firme: “Deus já abençoou o papai”.

Uma semana depois, a família reunida com o médico ouve o doutor dizer: “Não sei o que houve, se é um milagre, não sei, mas o coração dele, hoje, é o de um menino de vinte anos.” O que houve? O doutor errou? Não, mas Deus confirmou a palavra da sua serva e o sábio (o médico na ciência dele é um sábio) retrocedeu, como declara Isaías 44.25b.

É bom ser servo de Deus, pois Ele estará confirmando as suas orações, mas o melhor será naquele grande dia. Vejamos uma ainda maior bênção de sermos servos de Deus:

Permaneça fiel à Palavra. “Bem está, servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21). Nada se compara com o que está reservado para os servos de Deus que permanecerem fiéis.

O apóstolo Pedro entendeu que maior título que ele possuía era de servo de Jesus Cristo: “Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo”, assim ele começou a sua segunda epístola, e é assim que devemos nos apresentar. Antes de ser pastor, advogado, vendedor, dona de casa, esposa, marido devemos ser servos do Senhor.

Que Ele abençoe a todos e você nunca esqueça que ser servo de Deus é obedecer-Lhe a Palavra. Até a próxima.

Por Jayme de Amorim Campos

Ex-ateu cria organização para acabar com os “rótulos” sobre cristãos

Changing The Face of Christianity Ex ateu cria organização para acabar com os rótulos sobre cristãos
Preocupações com a face do Cristianismo levaram um ex-ateu a formar uma organização sem fins lucrativos para abordar a hipocrisia da Igreja.

A organização sem fins lucrativos Changing The Face of Christianity (Mudando a Face do Cristianismo) com sede no Texas, é uma resposta direta aos não-crentes que acreditam que todos os Cristãos são intolerantes, julgadores, hipócritas e homofóbicos, explicou o fundador R. Brad White.

White disse que ele quando fala com os não-crentes, céticos e agnósticos, eles constantemente rotulam os Cristãos com uma dessas quatro palavras. E esses quatro rótulos estão impedindo os apóstatas de retornar à Igreja, acrescentou.

“Para onde 75 por cento das pessoas retornaram no passado, agora apenas 35 por cento das pessoas estão retornando,” ressaltou.
Com isso, White a Changing the Face of Christianity será um recurso para reformar as propagação do estereótipo negativo e educar os jovens Cristãos a seguirem os seus passos.

As idéias de White não são novas. Dan Kimball opina no início de seu livro, “They Like Jesus, But Not the Church” (Eles Gostam de Jesus, Mas Não da Igreja), que a geração emergente é espiritualmente aberta para falar de Jesus, mas são muito desinteressados em participar ou estar associado com a Igreja.
Kimball argumenta que os pastores e os ministros perderam o contato com a nova geração fechando todos outros pontos de vista e opiniões, mas aqueles de colegas Cristãos.

O argumento de White vai mais além e afirma que os membros e líderes da Igreja claramente os desanimam ao “odiar o pecado e o pecador.” Ele disse que isso é mais evidente com a homossexualidade. Os líderes da Igreja misturaram a Bíblia com a política de condenar os homossexuais pelos seus estilos de vida,” lamentou.

Embora o sentimento possa ser baseado na Bíblia, ele observou: “As coisas que dizemos e o modo como dizemos os desanimam.”

De acordo com uma pesquisa de 2008 da LifeWay Research, 72 por cento dos americanos sem Igreja acreditam que a Igreja está cheia de hipócritas. Uma pesquisa anterior da LifeWay também revelou que 17 por cento daqueles que antes frequentavam a Igreja, saíram porque se sentiam membros da Igreja “parecia hipócrita” e “estavam julgando os outros.”

White acredita que o Cristianismo está sob o ataque interno, com muitos crentes, adorando ou vivendo a vida cristã da boca para fora.

“Desertores,” disse ele, “veja o rótulo superficial dos Cristãos que falam por falar, mas não andam no caminho. Os não-cristãos não os levam a sério, porque muitas vezes eles não seguem o seu ensino e pregação, o que põe em risco a eficácia do evangelismo e dos esforços Cristãos.”

Os não-crentes desprezam o Cristianismo por todas as razões erradas,” lamentou. “Se os não-crentes nos odiassem por realmente vivermos a nossa fé e por sermos os melhores amantes das pessoas que o mundo já conheceu, então a nossa campanha acabaria. Gostaríamos de aceitar alegremente as críticas.”

A Changing the Face of Christianity está focada no lançamento de uma campanha de sensibilização e educação para ajudar os Cristãos a inverterem os estereótipos negativos. A organização sem fins lucrativos foi projetada para “salvar a religião cristã da autodestruição, ajudando os Cristãos a se tornarem mais parecidos com Jesus Cristo.”

Atualmente, a organização tem uma série de estudos bíblicos que abordam temas como “ser crítico,” “ser político em demasia” e de “ter uma fé superficial” durante um período de sete a oito semanas.

“Nossa abordagem é ensinar o que a Bíblia diz sobre como se relacionar com os não-crentes,” explicou White.

Cada lição começa com uma definição explicativa do porque cada título é negativo e cita o material de ateus e outros não-crentes. Há várias passagens da Bíblia para expressar a visão de Deus e/ou exibição de Jesus e as questões para discussão.

Várias Igrejas na região de Dallas começaram a utilizar o estudo com jovens adultos e têm dado os pontos positivos para o currículo, de acordo com White.

Em quatro a cinco meses, White espera ampliar os esforços da organização sem fins lucrativos no sentido de incluir discussões abertas, onde os estudantes universitários cristãos podem vir com os seus amigos não crentes para falar abertamente sobre a fé.

Ele também pretende manter um centro de treinamento para se aprofundar em temas que repelem os não-crentes da Igreja.

Fonte: The Christian Post