segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Billy Graham comemora 92 anos

Billy Graham quer pregar mais um sermão 250x219 Billy Graham comemora 92 anos

O evangelista Billy Graham comemora 92 anos neste domingo (7). Mas apesar da idade ele continua a procurar maneiras de servir ao Senhor. “Estou impressionado cada vez que penso em quantos anos o Senhor tem me dado. Sou grato pela bênção de Deus sobre o ministério por mais de seis décadas, mas me pergunto se há algo mais que Ele tem para me realizar”, conta Graham.


Além de trabalhar em um projeto de um livro sobre o processo de envelhecimento, que ele vem escrevendo ao longo dos últimos anos, Billy Graham continua a atuar na Associação Evangelística Billy Graham (AEBG) em reuniões do Conselho.

Este ano a Associação Billy Graham e o programa “A Hora da Decisão”, completaram 60 anos. “Eu sempre gosto de ouvir relatos dos eventos evangelísticos, incluindo festivais pelo meu filho, Franklin, e as celebrações conduzidas pelo meu neto. Sob a liderança de Franklin, o ministério alcançou novas audiências de novas maneiras que eu nunca teria sonhado, incorporando muitas novas tecnologias e estratégias criativas de compartilhar a mesma mensagem do amor de Deus ao redor do mundo”, compartilha Billy.

Billy Graham teve um ano movimentado, desde seu último aniversário, em que recebeu amigos, familiares e colegas do ministério em sua casa, na Carolina do Norte (EUA). Ele recebeu também a ex-governadora do Alasca Sarah Palin final de novembro passado, e do presidente Barack Obama. “Eu fui honrado por tantos visitantes, e grato pela oportunidade de orar com eles”.

Recentemente, Graham tem orado para a renovação da igreja na América e pelo ressurgimento internacional. “Embora eu não saiba qual o futuro Deus reserva para mim, ainda busco maneiras de servir ao Senhor. Mas, acima de tudo, estou ansioso para servi-lo no céu, um dia, ao lado de minha querida esposa, Ruth”.

Dan Wooding, fundador da ASSIST Ministérios trabalhou com Billy Graham por anos. Ele começou sua carreira no jornalismo em 1968 com cristão na Inglaterra. “Foi o jornal que a organização Billy Graham tinha comprado e eu me levantei para ser o repórter principal”, lembra Wooding.

“Posso afirmar, sem dúvida, que Billy Graham é um verdadeiro tesouro e um dos líderes cristãos mais humildes que eu já conheci”, conclui.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Proteção sem Igual

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“Senhor Deus, fortaleza da minha salvação, tu cobriste a minha cabeça no dia da batalha” - Salmos 140.7

Além da salvação eterna, a maior bênção que podemos receber de Deus, a fé é inquestionavelmente de suma importância, visto que, por ela, conseguimos crer em Deus, conhecê-lO e amá-lO. Por meio dela, somos libertos de crendices, as quais podem levar-nos a atitudes esquisitas e opressoras, e induzir-nos a erros que nos prendem a práticas religiosas que nada fazem de bom. Mediante a fé, também somos fortalecidos o suficiente para repreendermos as forças do mal e destruir as hostes que nos atacam.

O indivíduo que possui fé deve expressar-se, pois até a linguagem dele torna-se superior à da maioria das pessoas. Além disso, a fé o torna invencível, poderoso e animado, mas, sem ela, torna-se incrédulo ou religioso. Ao ficar incrédulo, ele se veste de uma capa de maldade que não lhe permite conhecer o Criador, ao passo que, sendo religioso, passa a praticar rituais sem valor espiritual. Isso acontece em todas as sociedades e religiões. Contudo, a fé genuína, a qual vem pela Palavra de Deus, coloca a pessoa em plena liberdade, capacitando-a a amar o Senhor Jesus.

Amar a Deus é ter e guardar seus mandamentos (João 14.21), e isso é o mais importante na vida. Ao procedermos dessa maneira, descobrimos que, de fato, o Senhor é a fortaleza da nossa salvação e, com isso, temos ousadia para reivindicar o que nos pertence no maravilhoso plano divino, colocando em operação a justiça do Altíssimo. Meu irmão, não seja tímido nem covarde ao reivindicar o que lhe pertence; aja em Nome de Jesus, e o Todo-Poderoso entrará em ação para cumprir o prometido.

Os filhos de Deus não devem pensar que não terão batalhas a travar, uma vez que a Palavra do Senhor adverte-nos sobre as lutas contra as forças infernais. Ora, os poderes malignos não desistem de nos fazer sofrer e, se não agirmos como somos ensinados na Palavra, perderemos as pelejas. Sendo fiéis ao que está escrito, não precisamos temer as investidas do inimigo, pois venceremos todas elas.

O texto do Salmo 140.7 garante-nos vitória completa, pois declara que o Senhor cobrirá nossa cabeça. Isso significa que Ele virá sobre nós como uma cobertura, impedindo que o adversário nos induza a caminhos falsos. Não! Isso não acontecerá se formos fiéis à Palavra do Senhor.

Quando estiver guerreando nas batalhas do Senhor, creia que Ele está cobrindo sua cabeça e protegendo seus pensamentos. Agora, não se afaste das instruções da Palavra de Deus, pois elas são fundamentais nas lutas. Ao seguir o que o Senhor orienta, você anula a capacidade do maligno, já que o Senhor permanece com todo aquele que faz Sua vontade.

Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

Série Mensagens - O Filho do Oficial

Parte 1 e 2 da Série Mensagens de Fé. Nessa Série, Ministrada pelo Missionário R.R. Soares, você irá conhecer quais são os propósitos e as bençãos de Deus na sua vida.

Neste capítulo, é ministrado, através da Palavra, a história em que Jesus cura o filho de um oficial, que está em João 4.43-54.



Parte 1:


Parte 2:


Fonte: Na Graça de Deus / Faith Channel

Graça Filmes lança títulos de Natal

Graça Filmes Já é Natal na Graça Filmes!

“Foi um ano de bênçãos! Realmente esse era um espaço que precisava ser preenchido no mercado gospel”. Com essa declaração, o diretor da Graça Filmes, Ygor Siqueira, comemora o crescimento da empresa. A GFilmes, que deu seu pontapé inicial em março deste ano, já está sendo consagrada no mercado como uma empresa de grande porte. “Apesar do pouco tempo, já contamos com 23 títulos, além dos 16 DVDs da Série Midinho, o Pequeno Missionário e a nova série de Crescimento Espiritual, Jovem Bytes”, explica o diretor.
Só em setembro, foram apresentados na ExpoCristã dez lançamentos de uma só vez. “Nunca foi feito um evento como aquele. Nosso estande foi um dos mais visitados, e vimos que, realmente, os evangélicos estavam à procura de filmes de qualidade”, diz.

Agora, para o Natal, a empresa já prepara mais três lançamentos: O Presente Perfeito, O Primeiro Natal e A Torta de Natal, da série Hermie & Amigos. “Apesar de tratarem sobre o Natal cada um à sua maneira, eles trazem uma mensagem diferente para uma época de reflexão e alegria”, declara Ygor Siqueira. A empresa não para de investir para o crescimento de seus títulos - que já têm um número elevado e já está para ultrapassar muitas distribuidoras de filmes cristãos - e já adianta que tem muito tema bom para 2011. Mais uma boa opção para presentear nesta época, além de oferecer um
excelente entretenimento para a sua família. Veja o trailer do filme A Torta de Natal, Clique Aqui!

Fonte: Graça Filmes / Na Graça de Deus

A mais religiosa de todas as campanhas

Qual a vontade de Deus nestas eleições 250x169 A mais religiosa de todas as campanhas
Por menos que tenham pesado no resultado das eleições – um dado a ser ainda analisado – temas religiosos tumultuaram a campanha para a Presidência da República. A religião, que em outras ocasiões entrou no debate por iniciativa do episcopado católico, subiu ao palanque e invadiu a internet em 2010 por pressão de cristãos de várias igrejas, com a introdução de questões como o aborto e a união estável de homossexuais.


Bispos e pastores encamparam a discussão, mas a sugestão partiu das bases, para forçar os principais candidatos, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), a se definirem. Na quinta-feira, Bento XVI endossou indiretamente essa posição, falando a bispos brasileiros em Roma, aos quais aconselhou orientar os eleitores a rejeitar pelo voto candidatos e partidos favoráveis ao aborto e à eutanásia.

“Esse discurso do papa é uma ingerência direta nos negócios do Brasil, o presidente Lula deveria reclamar com o Vaticano”, reagiu Reginaldo Prandi, professor aposentado do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP). Ao analisar a introdução do tema religioso nas eleições, ele afirma que “as igrejas puseram o aborto na campanha e os marqueteiros caíram na esparrela, acolhendo uma questão que não é assunto para presidente da República, mas para deputados, em eleições proporcionais”. Para o sociólogo, “o catolicismo perdeu a noção de consciência social e apelou para temas morais, como o aborto e a união homossexual, porque não tem o que dizer”.

Aparecida. Prandi achou ridículo Dilma e Serra terem ido a Aparecida, por ocasião da festa da Padroeira do Brasil, “porque candidato não tem de pedir a bênção de bispo nem da Santa”. Para o sociólogo, “religião não é uma aliada confiável nessas circunstâncias e, como existem várias religiões, os presidenciáveis devem ter irritado os evangélicos, que baniram a devoção a Nossa Senhora de suas vidas”.

Ao analisar os números do primeiro turno, Prandi chega à conclusão de que o debate em torno de temas religiosos não foi a causa, mas um elemento desestabilizador para Dilma não ter vencido em 3 de outubro. “A religião tumultuou a campanha, e isso foi interessante”, observou.

“A religião sempre teve importância nas eleições, sobretudo a Igreja Católica, mas este ano surgiu um fato novo, o ativismo religioso de grupos ou segmentos que, ao defender a vida e condenar o aborto, vetaram candidatos e partidos, recomendando aos fiéis que não votassem neles”, disse a socióloga Maria das Dores Campos Machado, professora da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Chama a atenção, diz, a ênfase dada a um tema moral, em contraste com campanhas passadas, quando as preocupações eram a pobreza, a fome e a justiça social, plataformas dos militantes das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), que estavam nas origens do PT.

O debate sobre aborto, na avaliação de Maria das Dores, levou a uma queda de braço que não se via nas últimas décadas, não só entre bispos da Igreja Católica, mas também entre líderes evangélicos. “Essa discussão é nociva, porque me parece marcada pelo fisiologismo e pela troca de favores”, adverte. “As igrejas se dividem e disputam espaço no plano regional, ao declarar apoio pragmático a um candidato.”

Fundamentalismo. Outro sociólogo, Luiz Alberto Gomez de Souza, diretor do Programa de Estudos Avançados em Ciência e Religião da Universidade Cândido Mendes, no Rio, acha que houve uma valorização excessiva do tema religioso e uma instrumentalização dessa questão por grupos fundamentalistas. “Nunca houve, em eleições anteriores, essa polarização que se viu agora, nem mesmo quando a Igreja Católica condenava candidatos favoráveis ao divórcio, como o senador Nelson Carneiro (autor e defensor do projeto)”, observou o sociólogo. Em sua avaliação, foi negativo cobrar dos candidatos uma definição pessoal em relação ao aborto. “No mundo moderno e leigo em que vivemos, isso é fazer confusão entre fé e política”, argumenta Souza.

É diferente a opinião do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), d. Geraldo Lyrio Rocha. Ao falar sobre a polêmica criada pelo bispo de Guarulhos, d. Luiz Gonzaga Bergonzini, e outros bispos que recomendaram aos eleitores não votar em Dilma Rousseff, ele declarou, em Brasília, que o aborto não poderia ter ficado fora do debate eleitoral. A CNBB não citou nomes de candidatos, preferindo aconselhar os católicos a escolher pessoas comprometidas com a defesa de valores éticos, entre eles a defesa da vida, mas reconheceu o direito de um bispo se pronunciar da maneira que quiser, em sua diocese.

“D. Geraldo Lyrio tomou uma posição equilibrada, de acordo com a tradição do episcopado de não apoiar ou vetar candidatos, mas de falar em princípios”, elogiou o padre José Oscar Beozzo, historiador e teólogo. Mesmo quando o cardeal Joaquim Arcoverde, arcebispo do Rio, tentou, sem sucesso, criar um partido em 1915, a Igreja limitou-se a dar orientação geral. Em 1933, a Liga Eleitoral Católica apoiou a instituição do voto feminino, então restrito às viúvas e às desquitadas, e fez campanha pelo alistamento de eleitores, arregimentados à porta dos templos. Em 1946, os bispos combateram comunistas e divorcistas, sem citar nomes.

A novidade da campanha de 2010, segundo Beozzo, foi ter entrado em cena um lobby contra o aborto, “fazendo dele a questão única “. Em vez de vetar candidatos supostamente favoráveis ao aborto, sugere o teólogo, os bispos deveriam dar aos fiéis a liberdade de tomar posição de acordo com sua consciência.

Fonte: Gospel Prime / Na Graça de Deus